Lincoln Nogueira é carioca,

e designer formado pela ESDI.

Em 1966 ingressa na Escola Nacional de Belas Artes fazendo 2 anos de pintura. Em 1968, ingressa na Escola Superior de Desenho Industrial. Ganha o concurso de decoração de carnaval para o Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Em 1969 participou do Salão da Bússola.

Interrompeu sua carreira de artista plástico, dedicando-se ao design gráfico durante anos.

Foi diretor de arte da Cia. Brasileira de Discos ( Philips ), onde criou diversas capas de LPs para Chico Buarque; Caetano Veloso; Gilberto Gil; Mutantes; Elis Regina; Jair Rodrigues; Egberto Gismonte; Luiz Eça; Baden Powel; Chico Anísio; Eduardo Conde; Joyce; Xangô da Mangueira; Maria Creusa, Jacson do Pandeiro; João Cabral de Melo Neto; Vinícius de Moraes e tantos outros.

Em Brasília, coordenou o grupo de produção editorial da Secretaria da Receita Federal, criou uma campanha nacional contra a sonegação de impostos e criou a primeira marca símbolo ( logotipo ) para a SRF.

De volta ao Rio de Janeiro, foi assistente do Designer Goeble Wayne, e desenvolveu diversos projetos de identidade visual para as empresas do grupo Novo Rio Datamec.

Foi convidado para assessoria do Secretário de Estado de Transportes, Josef Barat, e desenvolveu o projeto de implantação da imagem corporativa das empresas de administração direta, e indireta da Secretaria de Transportes,ainda na área de transportes, desenvolveu o primeiro projeto de orientação de usuários do Metrô do Rio de Janeiro.

Foi convidado para coordenar os projetos de mobiliário urbano para o escritório Jaime Lerner.

Venceu o concurso Rio Cidade I, para a Av. 28 de Setembro, com designer Claudio Fernandes, junto ao escritório de arquitetura Archi 5, e criou a empresa Clan Design, com Claudio Fernandes, e André Nogueira.

Em 1997, deixou o Metrô, e montou ateliê no Jardim Botânico, onde recomeçou, como autodidata , sua reintegração ao campo das artes plásticas.

Trabalhou intensamente até 2008, quando faz sua primeira exposição individual, “Planos Salientes um Olhar Sobre e Sob Telas“ na sala Mônica Araújo, em Nova Friburgo.

No ano seguinte expôs no Centro de Artes “Construturas“ e “Assim é se lhe Parece“ na Biblioteca Municipal,também em Nova Friburgo.

Em 2010, apresentou-se novamente no Centro de Artes, na coletiva “Figurações“ com Serpa Coutinho, e Sueli Fefer, e logo depois, mais uma individual no SESC Friburgo “Construturas sobre Planos“.

Em 2011, o artista expôs no SESC Teresópolis o trabalho “Fitando”, e com as obras que compõem “Mudança de Planos“ expôs na Galeria Konzept em Teresópolis, e se apresentou com a exposição “Fitar“ na galeria H.Rocha, no evento Atlântico Contemporâneo, no Shopping Cassino Atlântico, no Rio de Janeiro.

Com um trabalho resultante do reaproveitamento de persianas encontradas no lixo, às quais aplicava fitas coloridas, aumentando o ciclo de vida destes objetos até beirar sua eternidade.

Lincoln utilizou também, a desconstrução de cartões postais, e de outros impressos, criando séries repetitivas, que pelos seus deslocamentos evidenciam ritmo, volume, e movimento.

Também em 2011, o Artista participou de uma coletiva com o grupo Ágora, no SESC de Nova Friburgo.